sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
A tuia
Como uma boa dona de casa (que quase não para em casa), reparei que a Tuia Holandesa que eu comprei pro Natal pra ser só uma arvorezinha decorada com sinos e pinhas está começando a colocar as asinhas de fora, ou melhor, por que não dizer os galinhos de fora? Mal chegou o fim do mês e ela cresceu mais rápido do que eu esperava. Eu gostei porque ela era uma conífera de cheiro bom e pequenininha. Como não tenho um apartamento grande, o ideal seria ter uma árvore de Natal de médio porte e que não fosse durar muito. Enfim, curiosa em virtude do crescimento acelerado resolvi ler um pouco mais sobre o assunto e descobri que ela PODE CHEGAR A 4 METROS. E a minha cresceu muito em 15 dias, sendo que eu estava molhando uma vez a menos do que o recomendado diariamente.
Pera lá né, o que era pra ser uma arvorezinha vai virar uma puta planta que eu não tenho onde colocar, isso porque eu já estava pensando em fazer um suporte na minha janela e por ela lá junto com outras plantinhas, como pimenteiras, por exemplo. Porque além de amar pimenta na comida, elas são uma gracinha coloridas. How amazing seria fazer isso antes de obter essa informação e aparecer com uma árvore de metros na frente do meu prédio e na janela (porque sacada, passei longe, né?). No mínimo weird da minha parte.
Estava aqui, com meus botões, pensando que vou ficar com ela esse ano e depois vou tentar enterrá-la aqui em frente, se deixarem, ou então vou levá-la ao jardim botânico, apesar de eles serem uns chatos pra receber/trocar material. Bom, se alguém quiser adotar uma tuia, é só falar comigo, também estou considerando essa possibilidade. É isso.... Eu queria um cachorro, depois um gato, agora tenho um pinheiro crescendo desenfreadamente em cima da mesa do roteador.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Há uma boa hora pra ser alegre e toda vida pra ser feliz, uma boa hora pra uma taça de vinho tinto numa toalha xadrez e toda vida...(...) a última bebida do dia foi um mocha doppio, a primeira da noite.. Trapiche (de uma safra mais ou menos) e aqui está meu olhar de toda vida, comprimido entre os pés de galhinha de uma gargalhada em virtude do seu sotaque sulista ao trazer minha pizza romana autêntica. Eu nasci pra esse verão cortante na medida do frio vento noturno. A desventura como areia, vi voar. E a calmaria, alegria, l'avventura. Ahhhh o cheiro. Vermelho. Tinta. Vi chegar a pipa. Olhos cor de ferradurinha. Today, 00:12.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
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