Médici da cabeça ao rabo.
sábado, 29 de novembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Se não te tivesse num arrasta pé, dançando
Passaria pelos ladrilhos, esperando
Seguiria fraca a labuta, sonhando
Asa Norte e Asa Sul, azul, sambando,
Chega amor, pra eu te ver passar,
Pra te ver sonhar,
Te ver me esperar,
Chega bonita, pra dor não tardar,
Saudade levar, chega,
Pra me clarear.
Chega sorrindo, me apaixonar,
Zunir meu ouvido algo de amar,
Me trazer a paz dormindo, pra me acordar,
Chega amor, pro início do fim da noitada, assim de graça,
Enfim, afim..
Num verso pequeno, sereno assim, veneno em mim veio o sol levar,
Na linha do mar ver o dia terminar,
Pra nesse calor, nossa noite, começar.
Passaria pelos ladrilhos, esperando
Seguiria fraca a labuta, sonhando
Asa Norte e Asa Sul, azul, sambando,
Chega amor, pra eu te ver passar,
Pra te ver sonhar,
Te ver me esperar,
Chega bonita, pra dor não tardar,
Saudade levar, chega,
Pra me clarear.
Chega sorrindo, me apaixonar,
Zunir meu ouvido algo de amar,
Me trazer a paz dormindo, pra me acordar,
Chega amor, pro início do fim da noitada, assim de graça,
Enfim, afim..
Num verso pequeno, sereno assim, veneno em mim veio o sol levar,
Na linha do mar ver o dia terminar,
Pra nesse calor, nossa noite, começar.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Canso, cansas.
Se pudesse definir o cansaço ele não seria ausência de força. Seria aquela sensação "pós pico-cerebral" que todo mundo apresenta pelo menos uma vez ao dia. Ah! O cansaço chega sem aviso prévio, cuidado! As vezes de mãos dadas com o estresse, namorando a preguiça, nunca se sabe. O cansaço às vezes te leva pra cama, no bom sentido da coisa, ou no mau porque o mau é o bom na cabeça das pessoas. Às vezes te leva pras brigas, pro grito, pro desespero, desacato e vem como uma justificativa ridícula. Não há como evitá-lo, mas há como refugiar-se. Uns se rendem, deixam ele levar pra onde quiser, sei lá se todo mundo se rende e a desistência é o que a gente chama de refúgio, quem sabe. A minha rendição ou refúgio é parar aqui, quase sempre. Cansar pode parecer perda de tempo pela necessidade do próprio tempo de descançar. Ah Cansar é bom, perder tempo? Melhor ainda!
sábado, 6 de setembro de 2008
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Colo rir
Me explique a diferença entre as cores do homem, entre suas formas de amar, entre as raças inclusas nos conceitos de diferenciação. Explique a condenação de um relacionamento homossexual se nele houver respeito e amor verdadeiro, explique o que tem no negro que não tem no branco e o que tem no branco que não tem no negro. Defina beleza, fácil? Agora defina felicidade, deveria ser mais fácil ainda se o homem fosse tão racional na prática quanto - supostamente - é na teoria. O mundo precisa de cor, compartilhar da mesma dor da exclusão racial, sexual, social, do mesmo preconceito, amar as diferenças tanto quanto se identifica com as semelhanças entre si. Abra a cabeça pra que possamos colorir, respeitar, experimentar. O homem nasceu para a liberdade e é a única espécie que pode criar uma geração de amor real.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
versão certos versos sérios versinhos
terça-feira, 1 de julho de 2008
alô alô Brasil, alô alô América Latina, alô alô Mundo, o assunto é cinema.
Não é que algumas pessoas tenham sido criadas com a intenção de romper com as irregularidades políticas ou ideológicas vigentes, na realidade algumas pessoas notam que alguém tem que fazer o mínimo que se faz necessário pra melhorar, nem que seja um pouquinho, aquilo que não concorda com o mundo. Na passagem dos anos 50 para 60 uma séria de jovens propôs um cinema novo, um cinema que fosse pras ruas e que estivesse perto da sociedade brasileira renovando as formas de linguagem e estética cultural do país. Os jovens saudados pelo jornalista Glauber Rocha se encontram na Bahia e compartilham de sensibilidades semelhantes perante a experiência artística, surge então um novo legado de cineastas e longas-metragens, mas é em 1964 no festival de Cannes que o Cinema Novo toma novas proporções marcando o cinema brasileiro com Deus e o Diabo na Terra do Sol. A ditadura, como sempre, fazia com que os assuntos efervecentes fossem amenizados e discutidos com cautela por quem vivia do gritar de uma sociedade em processo de mudança. Aprendi que o cinema é uma indústria, mesmo indo contra ela.
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