domingo, 30 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Oi,
Vale considerar, como vai você? Tenho um pouco pra dar, mas e que querer? Quero nada agora. Fe li ci da? Deeucompro na cafeteria toda tarde à uma hora. Depois me esque çoo mundo um tantinho. Mas como vai você? E quanto a seus dilemas? Tenho muitos bolsos, te emprestum. Eu não quero agora, mas e se for você? Chega a hora? Chega a hora. Mas como vai você? Dá a volta de mim, dá a volta em mim, mas não volta. Só passou da hora. Como vai você? Quanto tempo demora? Quando vai você? Como vai você? Vai você. Como vai? Você.
domingo, 23 de outubro de 2011
Taking the wheel again
Hoping for a time em que você vai se desengasgar, eu vou me levantar, olhar pro machucado e achar pequeno, vou olhar só pra você de novo e vamos dividir o calçadão todos os domingos com o nosso weimaraner. Vamos passar por aqueles castelos de areia, pelo Carlos Drummond de Andrade e escolher um apartamento na Vieira Souto do jeito que você disse que queria da primeira vez em que andamos por ali.
domingo, 16 de outubro de 2011
L'homme de sa vie
O que Zabou Breitman dirigiu talvez tenha me feito perder o olhar conceitual depois do sono. Mas ainda assim me ocorreu, ao som da voz de Hugo, descrente, que nunca somos perfeitos. Mas somos um para o outro, sim. "Eu pra você", delimitada pelas expectativas criadas, por aquele quadro de características que tantas vezes você pendurou na minha porta. "Você pra mim", contornada pelas tantas qualidades que cacei esses vinte anos.
Por essa ótica, confesso que as coisas perdem a cor. Tudo é tão certo e claro, limitado. O positivo (sob algum aspecto) é que enxergar assim faz a dor ir embora. Não há o medo de se surpreender, não há o medo de perder porque, sim, nem todos os aspectos podem ser ganhos. Menos ainda há grandes ilusões, utopias ou seja lá como vêem (paixões). Estar só é uma coisa que se desenvolve e nos revela.
Diante tantos apuros, então, sabemos onde ir.
Fotografei você na minha Roleiflex - Revelou-se a sua enorme ingratidão -Só não poderá falar assim do meu amor - Este é o maior que você pode encontrar - você com a sua música esqueceu o principal...
Fotografei você na minha Roleiflex - Revelou-se a sua enorme ingratidão -Só não poderá falar assim do meu amor - Este é o maior que você pode encontrar - você com a sua música esqueceu o principal...
sábado, 15 de outubro de 2011
Ultimatum, de Álvaro de Campos
Quem acredita neles?
Abram mais janelas..
Nenhuma corrente política...
O que aí está a apodrecer a vida...
Não pode durar.
Engourdissant
L'avventura está guardado na tábua falsa da porta, já que uma desventura chegou faz tempo. Precisei de algo a mais que confundisse alguns sentidos. E a gente nunca sabe em que tempo a desventura passa, não é mesmo? A gente nunca sabe quando as metáforas não se dão mais por suficientes.
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