terça-feira, 9 de junho de 2009
Novas ordens:
A vida é curta... quebre regras, perdoe rapidamente, beije demoradamente, ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente e nunca deixe de sorrir por mais estranho que seja o motivo. A vida não pode ser a festa que esperávamos, mas enquanto estamos aqui, devemos dançar.
domingo, 7 de junho de 2009
au sente
Não mais sei se dor é o que passou, se acredito no que vejo, no que sinto ou no que ouço. Se me confundo em outros ventos que sopram de ti... sopram coisas que cada vez sei de menos, menos sei e mais ardem.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
pass ar
Com o passar do tempo as coisas mudam tanto, cada qual em sua linha. Com o passar do tempo você passa a repetir algumas coisas em que acredita. Com o passar do tempo você passa a ter grupos de amigos diferentes. Com o passar do tempo você começa a ter menos horas pro sono seja por necessidade, seja por preferência. Com o passar do tempo você não se incomoda mais com a orelha quente e valoriza aqueles que contem sua vida ininterruptamente até que você desligue o telefone, vire pro lado e durma, por saber que, talvez, isso se repita só no próximo trimestre. Com o passar do tempo você vê que deve levar a vida cada vez mais independente de tudo, porque as coisas, assim como o tempo.. passam. Com o passar do tempo você acaba sendo menos casual e mais rotineiro e quer ser mais casual e menos rotineiro. Com o passar do tempo o seu organismo fica mais suscetível aos almoços de 15 minutos. Com o passar do tempo é cada vez mais difícil discernir amor de paixão, assumir sentimentos e achar que outro corpo é tudo que você quis, é o amor de sua vida. Com o passar do tempo você tende a ser mais crítico e achar os defeitos de forma mais rápida e aprende a conviver com eles. Com o passar do tempo as quedas doem mais. Com o passar do tempo as noites são mais curtas e os dias mais longos. Com o passar dos anos é cada vez mais difícil juntar todos os amigos na mesma cidade, imagina no mesmo lugar. Com o passar do tempo a reclusão tende a ser mais frequente nos dias de chuva e as dúvidas mais sistemáticas ao deitar na cama. Com o passar do tempo as questões e as renúncias são mais dolorosas e os caminhos mais incertos. Com o passar...
segunda-feira, 25 de maio de 2009
avassala dor
Num primeiro momento sinto alívio, seja físico, seja mental e até um sentimento de ser livre na rotina que eu mesma, agora, posso criar. Num segundo momento procuro preencher aquele vazio do horário, num terceiro procuro preencher o do coração. Nada preenche. Nos próximos momentos é como se algo fosse adentrando e ferindo o corpo cada vez que perco a força dos pés que me fazem crescer, pairar, subir, girar. Cada vez que sinto perder o sentimento de estar em cena, de ser completa, de estar, de fato, num mundo meu. Perco a mágica por entre as mãos que não mais relembram a energia de antes, que não mais repetem movimentos... isentam-se do peso do corpo ante a barra.
É como se a amplitude do meu corpo fosse diminuindo, diminuindo e diminuindo num espaço imenso que precisa ser preenchido de qualquer forma, a qualquer custo e é como se fosse dificil demais deixar que esse espaço diminua de vez comigo. É como se aquele compromisso com a disciplina se perdesse em coisas superficiais por alguns segundos, naquelas que ocupam momentos, que ocuparão o futuro e não o coração, pelo menos não plenamente.
Mais uma dança de palavras se esvaem na minha mente e se soltam dos olhos pra cá como a tempos não me solto num palco sendo o personagem em mim. Mais uma vez reclusa, mais uma vez presa, mais uma vez sem.. e mais nada.
É como se a amplitude do meu corpo fosse diminuindo, diminuindo e diminuindo num espaço imenso que precisa ser preenchido de qualquer forma, a qualquer custo e é como se fosse dificil demais deixar que esse espaço diminua de vez comigo. É como se aquele compromisso com a disciplina se perdesse em coisas superficiais por alguns segundos, naquelas que ocupam momentos, que ocuparão o futuro e não o coração, pelo menos não plenamente.
Mais uma dança de palavras se esvaem na minha mente e se soltam dos olhos pra cá como a tempos não me solto num palco sendo o personagem em mim. Mais uma vez reclusa, mais uma vez presa, mais uma vez sem.. e mais nada.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
de onde vem a calma?
domingo, 17 de maio de 2009
su ar, seu ar.
Quis poder parar o tempo enquanto senti tua pele tocar meu corpo, enquanto tua boca me percorria inteira, plena, toda. Quis perder-me no espaço enquanto respirava o desejo da tua voz, do ar que, com toda a intensidade, saía do teu peito e entrava em meus ouvidos. O que faço com as mãos? Aquelas que invadem cuidadosamente meu vestido, minhas pernas e que se derretem no calor dos teus olhos nos meus olhos, dos teus lábios em minhas costas. E.. se esqueço dessa hora pelo corpo, lembro pelo coração. Quanto mais te ponho contra mim, mais sinto o bater e o cansar, te sinto. Sinto o amar.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)
