When things fall down
Addiction
When things get better
Balance
Breathe
Refuge
It's just my parallel universe
(put over my feelings).
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Não quis que parecesse menos importante, foi como uma interferência su zu shi xxzzhhfamília zzzxxxssdireito sszzaamorzss. Minha cabeça parou. Passei o vôo inteiro pensando numa maneira heróica de agarrar o mundo inteiro com as pernas. Não consegui nada além de organizar algumas coisas, como: 1) preciso viver você 2) preciso acabar esse semestre 3) preciso fazer fisioterapia indefinidamente 4) preciso estar perto da minha família 5) precisamos.. x.
Acordei sentada, com uma baita dor na coluna e com a cara enfiada no livro de processo. O celular sem bateria na mão, foi a primeira coisa pra qual olhei quando acordei. Liguei o piloto-automático. Levantei, tomei um banho, fui fazer prova. Claro que sorri algumas vezes, assim nem tão tranquilo. Passei a mão no cabelo. Quis que fosse o teu cabelo. Era o meu.
Fiquei pensando se todos os nossos dias seriam uma despedida estampada-final-de-ontem ou se iríamos continuar vivendo desesperadamente todos eles, um por um, cada segundo, mesmo sem saber o que pode acontecer de fato. Como sempre-fizemos. Quando acordei, esperava estar deitada, olhar pro lado e te ver. Como desde-sexta-feira. Bom dia, amor, ouvi.
A gente ri tanto, dança tanto, tanto. (amor) Tanto.(toque) Tanto, tanto. Não seria um terço homem, um terço cavalo, um terço caranguejo se não fosse pra ser intenso. Ontem a lua estava... Não é raiva que eu sinto quando falo mais sério. É um excesso de cuidado que tem transbordado dos meus bolsos desde o início, com várias coisas. E que eu tenho procurado umas seis mãos pra segurar.
Close, play. Te levo em casa.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
Tem um quê de você que eu gosto demais. Esse jeito de não se importar com nada, de achar lindo-chuva. De explodir suas emoções todas as vezes. Tem um quê de você que eu gosto. De sentar na mesa do almoço e dizer 'tira a blusa pra não sujar' e de colocar a música do outro lado da mesa. Tem um quê de você que eu amo quando acelera na contra-mão e grita alguma coisa até que eu me perca nos decibéis e eu falo tudo o que você quer ouvir e tudo o que eu quero falar segurando firme na porta e sem medo de ser sua amiga. Reclamo que você não cresce, mas quero mesmo é que você não cresça. Fala umas coisas sem sentido. De olhinhos curtos, vermelhos. Eu gosto do jeito que você ama, que você pergunta. Gosto do jeito de como somos diferentes. Confio em você e nos seus cabelos loiros voando perto da janela do carro.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
A onda ainda quebra na praia. Espumas se misturam com o vento. No dia em que ocê foi embora eu fiquei sentindo saudades do que não foi, lembrando até do que eu não vivi, pensando nós dois. Eu lembro a concha em seu ouvido, trazendo o barulho do mar na areia. No dia em que ocê foi embora eu fiquei sozinho olhando o sol morrer, por entre as ruínas de Santa Cruz lembrando nós dois. Os edifícios abandonados, as estradas sem ninguém, óleo queimado, as vigas na areia, a lua nascendo por entre os fios dos teus cabelos, por entre os dedos da minha mão, passaram certezas e dúvidas.
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